domingo, 23 de outubro de 2011

Seminário “Floresta autóctone – valorização e protecção”


19 e 20 de Novembro de 2011
As florestas nativas representam um dos principais ecossistemas terrestres, quer pelo seu valor ecológico, quer pelo potencial económico e social que encerram.
Constituem sistemas complexos, dominados por árvores autóctones, integrando também a restante flora, fauna, fungos e outros organismos. Estes elementos estabelecem entre si relações duradouras e auto-sustentáveis que permitem a sua manutenção sem necessidade de intervenção do homem.
Em Portugal, a ocupação secular do território conduziu à degradação do coberto vegetal natural, dominado por florestas de carvalhos, e provocou profundas transformações da paisagem florestal.
Actualmente, verifica-se a prevalência de áreas florestais ocupadas por povoamentos compostos, maioritariamente, por pinheiro-bravo e eucalipto, facto que, em larga medida, resulta do predomínio de modelos de desenvolvimento silvícola de base predominantemente produtiva.
A população, em geral, não reconhece as funções desempenhadas pela floresta autóctone, o que constitui um dos principais factores de ameaça à sua conservação. O seu papel fundamental na conservação dos ecossistemas naturais e na preservação da biodiversidade; na regulação e depuração de sistemas hídricos; na manutenção da estrutura, fertilidade e fixação dos solos; o seu potencial enquanto sumidouros de carbono, contribuindo como tampão face às alterações climáticas, a sua resistência à propagação do fogo e o seu elevado valor paisagístico, são aspectos em grande parte ignorados. 

Mais Informação Cise

Deter a desertificação com a gestão de terras é meta das Nações Unidas

Menino cruza extensão de areia (AP Images)

Um menino atravessa uma duna de areia em Gansu, província da China, onde a exploração agrícola excessiva drenou o lençol freático de tal forma que o deserto está a invadir as terras agrícolas.

Washington ― A degradação da terra que sustenta a vida humana e o abastecimento alimentar é uma ameaça ambiental que põe em perigo a vida e o sustento de mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. Em 20 de setembro, líderes mundiais se reuniram em um fórum de alto nível das Nações Unidas pela primeira vez para enfrentar a desertificação e a seca.

“Terra é vida, e a nossa vida depende da terra”, disse o presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, Nassir Abdulaziz Al-Nasser, do Qatar. Um quarto da massa do planeta Terra está inteiramente à beira de uma degradação e desertificação, alertou. “O custo económico, social e humano da desertificação é enorme”. Continua aqui:



Últimas Vagas: Revitalizar Uma Região Rural

A associação Campo Aberto, uma das entidades organizadoras do I  
Encontro de Agricultura Sustentável no Porto, Grande Porto e Região  
Noroeste, que decorreu no passado dia 18 de junho, supõe que poderá  
estar interessado nesta tertúlia de próxima realização sobre  
temáticas cidade-campo, agricultura e ruralidade, que decorrerá no  
Porto, na Rua de Santa Catarina, 730-2.º andar, sede da associação.

Inscrição gratuita mas obrigatória. Um donativo voluntário (a título  
indicativo, €2,00 por pessoa, retribuído com a oferta de um exemplar  
da revista Ar Livre, editada pela Campo Aberto) pode ser deixado à  
entrada. Número de vagas limitado a 23 lugares sentados, de que  
restam apenas algumas vagas, e 5 lugares não sentados.

Envie um email para jcdcm@sapo.pt (ou sms para 91 852 76 53)  
indicando o seu nome e contacto.

Se inscrever mais do que uma pessoa, todos os nomes, emails e  
eventualmente tm deverão constar.

29 de Outubro de 2011, sábado, 15:00 
 
Inscrições até 25 de outubro, terça-feira
RURALIDADE SUSTENTÁVEL E ECONOMIA LOCAL
com Eng.ª Maria do Carmo Bica, da ANIMAR, associação nacional de  
iniciativas de desenvolvimento local rural, e da ADRL - Associação de  
Desenvolvimento Rural de Lafões (Viseu), e Ângela Abreu Guimarães,   
da ADRL
Serão apresentadas experiências de desenvolvimento rural sustentável  
no contexto da ANIMAR e da região de Lafões (Viseu) e um projeto de  
turismo rural em Lafões intitulado Viajando por Besanas.


Campo Aberto - associação de defesa do ambiente

Terraprima – Sociedade Agrícola, Lda

A Terraprima é um pequeno grupo empresarial, constituído por duas empresas: Terraprima – Sociedade Agrícola, Lda., e Terraprima – Serviços Ambientais, Sociedade Unipessoal, Lda.
Pretende-se um conceito de empresa onde a própria actividade é uma experiência científica, gerando problemas para investigação científica com relevância prática e testando o próprio conhecimento científico através da sua aplicação a estes problemas.
Pretende-se também que estas sejam empresas cujas actividades integram preocupações económicas, sociais e ambientais.

A Terraprima – Agrícola foi criada em 1994, a partir de trabalho de investigação, desenvolvimento e demonstração realizado na Junitec – Junior Empresas do Instituto Superior Técnico, e tem como objectivos principais: a gestão agrícola, florestal e cinegética da Quinta da França; a gestão de uma marca comercial registada, "Terraprima", e do respectivo canal comercial, para a promoção de produtos da agricultura sustentável; a participação em projectos de demonstração em ambiente e sustentabilidade, realizados na Quinta da França. continua aqui:

Programa de Desenvolvimento Rural

Podem ser consultados as várias medidas do programa aqui:

Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER)

A utilização do Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER) está em conformidade com os objectivos e o quadro estratégico da política comunitária de desenvolvimento rural definidos no presente regulamento.

ACTO

Regulamento (CE) n.º 1698/2005 do Conselho, de 20 de Setembro de 2005, relativo ao apoio ao desenvolvimento rural pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER) [Ver Actos Modificativos].

Continua aqui:

sábado, 22 de outubro de 2011

Seminário “Território, Desenvolvimento Local e Regional”



Quinta-feira, 3 de Novembro de 2011 – 09h00 às 18h00
Auditório Centro Multimédia do Instituto de Educação- Universidade do Minho - Gualtar, Braga – Portugal

Através do seminário “Território, Desenvolvimento Local e Regional” a realizar na Universidade do Minho, em Braga, pretende-se proporcionar uma oportunidade de reflexão sobre os fenómenos de desenvolvimento local e regional e as suas diversas dimensões. Para tal, foram escolhidos vários temas e perspectivas, atendendo aos impactos do global sobre o local e vice-versa, passando pela participação democrática no desenvolvimento sustentável, a valorização do capital social, as mobilidades, os territórios e sistemas de conhecimento, tendo também em conta as virtualidades e limites do desenvolvimento local.


Programa

9h00-9h30 Recepção dos participantes e entrega da documentação
9h30-10h00 Sessão de Abertura
Reitor da Universidade do Minho
Presidente do Instituto de Ciências Sociais
Director do Centro de Investigação em Ciências Sociais
         Presidente da Câmara Municipal de Braga

10h00-10h40 Sessão 1 – Participação, promoção e sustentabilidade dos territórios/regiões
Moderador: António Cardoso (IPVC-CICS-UM)
Conferência de abertura: Democracias Participativas y Desarrollo Sostenible – Tomas Villasante (Universidade Complutense de Madrid)

10h40-11h00  Os territórios e a economia do conhecimento: que respostas face aos novos desafios? – Domingos Santos (Instituto Politécnico de Castelo Branco – CICS-UM)

11h00-11h20 Regionalização em Portugal: uma questão de democracia e equidade no desenvolvimento Manuel Carlos Silva (CICS-UM)

11h20-11h40 Como ter sucesso usando as vantagens sustentáveis do território em proveito próprio: o caso Queijos Matias José Cadima Ribeiro (Universidade do Minho)

11h40-12h00 Políticas de Acolhimento nas Zonas Rurais e Desenvolvimento Local Sustentável - Carlos Ribeiro - ANIMAR (Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local)

12h00-12h30 Debate

12h30-14h00 Intervalo para almoço

14h00-14h20 A dimensão territorial da crise actual e as respostas do Desenvolvimento Local - Rogério Roque Amaro (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa - ISCTE-IUL)

14h20-14h40 Desenvolvimento Local – virtualidades e limites António Cardoso (Instituto Politécnico de Viana do Castelo – CICS-UM)

14h40-15h00 Territórios Rurais – entre a turistificação e o esquecimento? Elisabete Figueiredo (Universidade de Aveiro)

15h00-15h30 Debate

15h30 –16h00 Coffee break e apresentação de posters no átrio

16h00 –16h20 O “sistema político” local português e o desenvolvimento sustentável: resistências e mudanças – Joel Felizes (Universidade do Minho)

16h20 –16h40 Capital social como instrumento de desenvolvimento sustentável – Eduardo Duque (Universidade do Minho/Universidade Católica)

16h40 –17h00 Acessibilidades e opções de mobilidade da população de Braga Vitor Ribeiro e Paula Remoaldo (Universidade do Minho)

17h00-17h30 Debate

17h30 –18h00 Apresentação de livro sobre o IV Congresso de Estudos Rurais (por Elisabete Figueiredo da Universidade de Aveiro)


Comissão Científica

António Cardoso (Instituto Politécnico de Viana do Castelo)
Joel Felizes (Universidade do Minho)
José Cadima Ribeiro (Universidade do Minho)
Manuel Carlos Silva (Universidade do Minho)
Paula Remoaldo (Universidade do Minho)
Tomas Villasante (Universidade Complutense de Madrid)


Comissão Organizadora
António Cardoso (Instituto Politécnico de Viana do Castelo)
Eduardo Duque (Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho)
Joel Felizes (Universidade do Minho)
Paula Remoaldo (Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho)
Centro de Investigação em Ciências Sociais (CICS)
Geoplanum (Associação de Estudantes de Geografia e Planeamento da Universidade do Minho)
NECSUM (Núcleo de Estudantes de Sociologia da Universidade do Minho)


Inscrição:
A inscrição é feita on-line no seguinte endereço: http://semintdlregional.blogspot.com tem um custo de 10€ para o público em geral e de 5€ para estudantes (c/ certificado de participação)



 

Dois milhões de hectares de terra estão ao abandono em Portugal

2011-04-07 17:46:02


Lisboa - Rui Barreiro, secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, afirmou hoje, no congresso Internacional "Agricultura Urbana e Sustentabilidade", que Portugal tem cerca de dois milhões de hectares de terra abandonada e semi-abandonada.
Rui Barreiro afirmou esta manhã, no Seixal, que «As estimativas apontam para a existência de dois milhões de hectares de parcelas de território abandonadas ou semi-abandonadas no país», o que na opinião do secretário de Estado, é «um desperdício, um luxo a que Portugal não pode dar-se».
continua in Jornal digital.

Bem vindos

Bem vindos ao blog do projecto Gesterra Gestão de terras agrícolas e Florestais.