terça-feira, 15 de novembro de 2011
Governo garante cadastro do território, mas com modelo diferente
"Vamos continuar o projeto do cadastro, mas não neste modelo, que poderia custar mil milhões de euros, quando estendido a todo o território, e iria prolongar-se por 30 anos, ou seja, não ia fazer-se", afirmou à agência Lusa Pedro Afonso de Paulo.
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terça-feira, 8 de novembro de 2011
Baldios da Universidade de Aveiro vão ter hortas e casas ecológicas
Hoje, foi a vez da Universidade de Aveiro (UA), através da Associação da Engenharia para o Desenvolvimento e Assistência Humanitária (EpDAH). Esta associação vai começar a utilizar os terrenos baldios da UA para plantar hortícolas e experimentar construções ecológicas.
Denominado HortUA, o projecto dependerá exclusivamente de voluntários, que vão reunir-se uma ou duas vezes por semana para arranjar o solo e fazer construção ambientais de apoio.
Numa primeira fase será construída uma eco-oficina, que terá paredes construídas por alunos de Engenharia Civil. Feita através de uma mistura de fardos de palha, rede de galinheiro, barro e cal, a parede será alicerçada através de barro, bosta de cavalo, areia e madeira. As janelas serão, na verdade, garrafas de vidro recicladas.
A eco-casa será a sede deste grupo. Será construído ainda um lago, uma estufa, uma casa de banho, anfiteatro zen, sementeira e um tanque.
O terreno começará a ser cultivado em Fevereiro, mas as colheitas ainda não estão decididas. Os hortícolas serão distribuídos por instituições de solidariedade social.
“O projecto visa a implementação, num local abandonado no campus universitário, de um laboratório vivo de sustentabilidade, através da aplicação do conceito de permacultura. [O projecto] HortUA é baseado num regime de voluntariado, suportado numa parceria entre diversas instituições da rede social regional. A sustentabilidade e a cooperação para o desenvolvimento serão os principais conceitos a ser colocados em prática no projecto, através da capacitação e inclusão social”, explica a EpDAH.
O projecto tem ainda dois objectivos. O primeiro prende-se com a educação ambiental, pelo que a HortUA estará aberta a visitas de escolas. O segundo é funcionar como um laboratório vivo para projectos universitários. “Precisávamos de um espaço para fazer experiências, aplicar no terreno teorias que aprendemos e melhorar práticas tradicionais”, explicou ao Jornal de Notícias Fernando Coelho, mestrando de engenharia do ambiente.
Veja a proposta de projecto apresentada à Universidade de Aveiro. E acompanhe-o no Facebook.
In GREENSAVERS
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Plantit, a empresa que o vai ajudar a criar a sua própria horta urbana
É certamente a pensar nas pessoas que querem ter uma horta urbana e não têm lá muita vocação para a agricultura que Susana Caseiro, uma jovem de 34 anos, de Braga, lançou em 2010 a Plantit.
Segundo o agregador Boas Notícias, a empresa cria hortas e jardins ecológicos em espaços urbanos ou locais com limitação de área e solo, tendo como principais clientes as escolas. Para estas, a Plantit desenvolveu mesmo um projecto complementar, a “horta eco pedagógica”.
Susana Caseiro, que é licenciada em Engenharia Biológica pela Universidade do Minho, explica que este projecto pretende incentivar hábitos alimentares saudáveis e impulsionar projectos de educação ambiental. Para as escolas, há um grande incentivo: os legumes e plantas excedentes podem ser vendidos à comunidade.
“O projecto permite dinamizar as actividades centradas na agricultura biológica, como por exemplo a compostagem, a alimentação saudável e a educação ambiental”, explicou a empreendedora.
Foi para apoiar os professores na educação do espaço exterior da escola que a Plantit lançou o concurso “Reinventei o Jardim da minha escola”, para instituições do ensino básico e jardins-de-infância do distrito de Braga. Esta iniciativa consiste em reutilizar embalagens e transformá-la em vasos, através das artes plásticas. Depois, os alunos plantam legumes aromáticos e medicinais ou mini frutas, como morangueiros.
A empresa comercializa ainda o conceito de hortas modulares – sempre com a harmonia paisagista e ambiental presentes – em apartamentos, pátios, terraços, relvados, pisos em terra e jardins.
“Pretendemos trazer vantagens para a sociedade, melhorando o ambiente urbano e a qualidade de vida nas cidades. O cultivo de alimentos integrados em espaços de lazer, como jardins, traz benefícios económicos e pedagógicos, promove a actividade física, a saúde e o bem-estar emocional”, explica Susana Caseiro.
Para lançar a Plantit, Susana Caseiro recorreu ao IAPMEI, IEFP e entidades do universo da Universidade do Minho. Em breve, a responsável vai pedir a colaboração do Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros (PIEP) para desenvolver novos produtos e contactar outros departamentos da universidade. Retirado daqui:
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Daniel Campelo entende que cada concelho deveria ter uma área protegida
21.10.2011
Lusa
Pode ser muito bem este o caminho para mudar algumas coisas....
«Pão e vinho» à porta de deputados
António Machado, 83 anos e agricultor desde sempre, foi esta segunda-feira ao Parlamento, acompanhado de fruta, pão e vinho de produção caseira, mostrar que Portugal «sabe produzir» e protestar contra as políticas que têm «arruinado os pequenos agricultores».
«Importamos 75 por cento do que precisamos e as melhores terras não estão a produzir nada porque a Comunidade (Económica Europeia) determinou que se dava dinheiro para não produzir. Além de ser um crime, é um atentado à dignidade de quem trabalha», indigna-se o agricultor de nespereira de Gouveia e presidente da Associação de Agricultores do Distrito da Guarda.
Vários dirigentes da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e associações filiadas juntaram-se hoje, em Lisboa, para entregar aos deputados um «cabaz» alimentar com a mensagem: «Com este Orçamento do Estado, com estas más Políticas Agrícolas e de Mercados, está-se a eliminar aquilo que de melhor se produz na Agricultura em Portugal e a degradar a qualidade alimentar dos Portugueses». Continua aqui.
I Encontro galego de Custodia do Territorio
A custodia do territorio é unha nova e crecente estratexia de conservación, nomeadamente do patrimonio natural, cultural e paisaxístico. A súa principal característica é a implicación da sociedade civil na xestión responsable do territorio ao ser esta desenvolvida por propietarios de terras e entidades de custodia (asociacións, concellos, etc.) mediante diferentes tipos de acordos. Nos últimos anos, iniciáronse no noso país, diversas experiencias de conservación do medio empregando esta ferramenta.
ADEGA en colaboración coa AGCT (Asociación Galega de Custodia do Territorio) e financiado pola Deputación da Coruña, organizan o primeiro Encontro Galego de Custodia do Territorio co obxectivo de analizar a situación en Galiza, as súas posibilidades de futuro e presentar á cidadanía esta estratexia de conservación.
Inscrición gratuita no 981 570 099 antes do 26 de outubro
PROGRAMA
Sábado 29
10.00h Benvida e entrega de materiais
10.15h Inauguración
-Deputación da Coruña.
-Presidenta de ADEGA. Virxinia Rodríguez
10.30h Mesa 1. A Custodia do Territorio na Península Ibérica Moderadora: Virxinia Rodríguez
-Fundación Biodiversidad. A situación no estado. Amaya Sánchez
-GOB. A custodia dende unha ONG. Nuria Llabres
-Quercus. A custodia en Portugal. Nuno Sequeira
12.30h Pausa café. Ecolóxico e de comercio xusto
13.00h Mesa 2. A custodia do Territorio na Galiza Moderador: Fernando Bandín
-Ridimoas. David Rodriguez
-Custodia do Territorio A Ulloa-Deza. Manuel Ferro
-ADEGA. Virxinia Rodríguez
-AGCT (Asociación Galega de Custodia do Territorio). Martiño Cabana
14.00h Xantar
16.30h Mesa 3. Custodia fluvial e marítima Moderador: Óscar Rivas
-Proxecto Ríos. Ramsés Pérez
-Val de Esmelle.
-CEMMA. Alfredo López
-Fontaíña. Diego Rodríguez Vieites
18.00h Descanso
18.20h Mesa 4. A custodia en terras agrarias Moderador: Alfredo López
-Fundación Fragas do Mandeo. Fernando Bandín
-Numenius. Óscar Rivas
-Drosera. Roberto Hermida
-Monte Cabalar. Xan Vilaboa
-ANABAM. Noé Ferreira
19.30h Presentación de conclusións
20.00h Clausura do Encontro
Domingo 30
Visita a dúas experiencias de custodia da provincia da Coruña
10.00h Saída de Compostela
11.00h-13.30h Visita a Reserva mariña Mar de Lira. Milucho Louro
14.00h Xantar de campo
16.00h-18.00h Visita a Cooperativa Raíña Lupa. Xose Manuel Casais
domingo, 23 de outubro de 2011
Ministra Assunção Cristas consegue mais apoios europeus para jovens agricultores
Assunção Cristas está no Luxemburgo nas negociações sobre a proposta da Comissão Europeia para a Reforma da Política Agrícola Comum pós-2013.
Ligação à antena 1 para ouvir declarações da Ministra

Investimento na agricultura assegurado com o PRODER
Um sinal que para Assunção Cristas, apesar da austeridade, prova que o Governo está empenhado e reconhece a importância de manter o investimento no sector, procurando aumentar a produção nacional e diminuir as importações.
«Conseguimos desbloquear os 38 milhões de euros que eram necessários para acomodar a comparticipação nacional do Programa de Desenvolvimento Regional, o que significa que vamos conseguir executar 150 milhões de euros em matéria de PRODER», salientou a ministra Assunção Cristas.
«No que é absolutamente central, que é o investimento, o orçamento não encolhe. É um sinal positivo para os agricultores, é sinal que esta é uma área que vemos como de investimento e crescimento económico. É uma área onde podemos encontrar alicerces para sair da crise» salientou a ministra da agricultura. In Portal do Ministério da Agricultura
Seminário “Floresta autóctone – valorização e protecção”
19 e 20 de Novembro de 2011
As florestas nativas representam um dos principais ecossistemas terrestres, quer pelo seu valor ecológico, quer pelo potencial económico e social que encerram.
Constituem sistemas complexos, dominados por árvores autóctones, integrando também a restante flora, fauna, fungos e outros organismos. Estes elementos estabelecem entre si relações duradouras e auto-sustentáveis que permitem a sua manutenção sem necessidade de intervenção do homem.
Em Portugal, a ocupação secular do território conduziu à degradação do coberto vegetal natural, dominado por florestas de carvalhos, e provocou profundas transformações da paisagem florestal.
Actualmente, verifica-se a prevalência de áreas florestais ocupadas por povoamentos compostos, maioritariamente, por pinheiro-bravo e eucalipto, facto que, em larga medida, resulta do predomínio de modelos de desenvolvimento silvícola de base predominantemente produtiva.
A população, em geral, não reconhece as funções desempenhadas pela floresta autóctone, o que constitui um dos principais factores de ameaça à sua conservação. O seu papel fundamental na conservação dos ecossistemas naturais e na preservação da biodiversidade; na regulação e depuração de sistemas hídricos; na manutenção da estrutura, fertilidade e fixação dos solos; o seu potencial enquanto sumidouros de carbono, contribuindo como tampão face às alterações climáticas, a sua resistência à propagação do fogo e o seu elevado valor paisagístico, são aspectos em grande parte ignorados.
Deter a desertificação com a gestão de terras é meta das Nações Unidas
Um menino atravessa uma duna de areia em Gansu, província da China, onde a exploração agrícola excessiva drenou o lençol freático de tal forma que o deserto está a invadir as terras agrícolas.
Washington ― A degradação da terra que sustenta a vida humana e o abastecimento alimentar é uma ameaça ambiental que põe em perigo a vida e o sustento de mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. Em 20 de setembro, líderes mundiais se reuniram em um fórum de alto nível das Nações Unidas pela primeira vez para enfrentar a desertificação e a seca.
“Terra é vida, e a nossa vida depende da terra”, disse o presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, Nassir Abdulaziz Al-Nasser, do Qatar. Um quarto da massa do planeta Terra está inteiramente à beira de uma degradação e desertificação, alertou. “O custo económico, social e humano da desertificação é enorme”. Continua aqui:
Últimas Vagas: Revitalizar Uma Região Rural
A associação Campo Aberto, uma das entidades organizadoras do I Encontro de Agricultura Sustentável no Porto, Grande Porto e Região Noroeste, que decorreu no passado dia 18 de junho, supõe que poderá estar interessado nesta tertúlia de próxima realização sobre temáticas cidade-campo, agricultura e ruralidade, que decorrerá no Porto, na Rua de Santa Catarina, 730-2.º andar, sede da associação. Inscrição gratuita mas obrigatória. Um donativo voluntário (a título indicativo, €2,00 por pessoa, retribuído com a oferta de um exemplar da revista Ar Livre, editada pela Campo Aberto) pode ser deixado à entrada. Número de vagas limitado a 23 lugares sentados, de que restam apenas algumas vagas, e 5 lugares não sentados. Envie um email para jcdcm@sapo.pt (ou sms para 91 852 76 53) indicando o seu nome e contacto. Se inscrever mais do que uma pessoa, todos os nomes, emails e eventualmente tm deverão constar. 29 de Outubro de 2011, sábado, 15:00
Inscrições até 25 de outubro, terça-feira RURALIDADE SUSTENTÁVEL E ECONOMIA LOCAL com Eng.ª Maria do Carmo Bica, da ANIMAR, associação nacional de iniciativas de desenvolvimento local rural, e da ADRL - Associação de Desenvolvimento Rural de Lafões (Viseu), e Ângela Abreu Guimarães, da ADRL Serão apresentadas experiências de desenvolvimento rural sustentável no contexto da ANIMAR e da região de Lafões (Viseu) e um projeto de turismo rural em Lafões intitulado Viajando por Besanas. Campo Aberto - associação de defesa do ambiente
Terraprima – Sociedade Agrícola, Lda
Pretende-se um conceito de empresa onde a própria actividade é uma experiência científica, gerando problemas para investigação científica com relevância prática e testando o próprio conhecimento científico através da sua aplicação a estes problemas.
Pretende-se também que estas sejam empresas cujas actividades integram preocupações económicas, sociais e ambientais.
A Terraprima – Agrícola foi criada em 1994, a partir de trabalho de investigação, desenvolvimento e demonstração realizado na Junitec – Junior Empresas do Instituto Superior Técnico, e tem como objectivos principais: a gestão agrícola, florestal e cinegética da Quinta da França; a gestão de uma marca comercial registada, "Terraprima", e do respectivo canal comercial, para a promoção de produtos da agricultura sustentável; a participação em projectos de demonstração em ambiente e sustentabilidade, realizados na Quinta da França. continua aqui:
Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER)
ACTO
Regulamento (CE) n.º 1698/2005 do Conselho, de 20 de Setembro de 2005, relativo ao apoio ao desenvolvimento rural pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER) [Ver Actos Modificativos].Continua aqui:
sábado, 22 de outubro de 2011
Seminário “Território, Desenvolvimento Local e Regional”
Dois milhões de hectares de terra estão ao abandono em Portugal
| 2011-04-07 17:46:02 | |
continua in Jornal digital.


